segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Ainda a DERRAMA


É a primeira vez que há DERRAMA no concelho de Cantanhede, pelo menos nos últimos 15 anos”, afirmou Luís Roque, Presidente da Associação Empresarial de Cantanhede (AEC), em declarações ao Diário de Coimbra.
As empresas não gostaram nada desta medida da Câmara e querem saber o que se passou e se passa para serem obrigadas a pagarem esta taxa”.
Vamos ouvir o tecido empresarial e tentar chegar a uma conclusão e o que fazer sobre isto
Isto toca a todas (empresas) e os empresários têm de tomar uma posição sobre o assunto", remata Luís Roque.

Também nós gostaríamos de ver respondidas algumas questões, tal como solicitámos na última Assembleia Municipal.

A DERRAMA de 1,5% revela uma ausência de critérios e sensibilidade para analisar e diferenciar o tecido empresarial do concelho, taxando de forma igual as grandes empresas e as pequenas/micro empresas.

A medida é tão cega que nem sequer aplica uma faculdade prevista no ponto 4 do artigo 14º da Lei 2/2007, que refere: “A Assembleia Municipal pode por proposta da Câmara Municipal, deliberar lançar uma taxa reduzida de derrama para os sujeitos passivos com volume de negócios no ano anterior que não ultrapasse os 150.000€”.
Nem estes escaparam.

E as empresas agrícolas? Também estas vão ser penalizadas? Só faltava mais esta machadada...

A Câmara necessita urgentemente de dinheiro.

É necessário manter 4 vereadores a tempo inteiro.

É necessário manter o Golfe…

1 comentário:

Maria disse...

Mais uma machadada que os senhores da Câmara dão no futuro e no desenvolvimento de Cantanhede...
Desta vez nos empresários locais .
ESTÃO ZANGADOS; COM MUITA RAZÃO e não é para menos...

criarem derrama? coisa nunca vista nos últimos 15 anos!

1 º - Senhores empresários: para as próximas eleições não apoiem PSD, MOURAS e CATARINOS.
Vejam o resultado que deu...

2º - Senhores Autarcas: na próxima pensem mais e façam melhor ...
Não explorem tanto.

Chega de GOLFE e de outras obras majestosas, mas não necessárias...


Maria Bolho